sábado, 8 de dezembro de 2012 0 comentários

XI Congresso Internacional da ABRAPT e V CONGRESSO INTERNACIONAL DE TRADUTORES

XI Congresso Internacional da ABRAPT e V CONGRESSO INTERNACIONAL DE TRADUTORES acontecerá de 23 a 26 de setembro de 2013 na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), em Florianópolis.



A chamada deste congresso está dirigida à comunidade acadêmica: professores universitários, alunos de pós-graduação, bem como aos especialistas e profissionais da área, que desenvolvam pesquisas no campo da tradução.


Dentre os  Simpósios propostos, há três sobre Língua de Sinais:
 

LÍNGUAS DE SINAIS NO EIXO DAS PESQUISAS EM TRADUÇÃO/ INTERPRETAÇÃO.

As pesquisas no campo dos ETILS (Estudos da tradução e interpretação das línguas de sinais) têm crescido vertiginosamente nas últimas décadas. A atividade da tradução e da interpretação no domínio das línguas sinalizadas está concorrendo, em ampla distribuição, com a atividade tradutória relacionada às línguas orais. Na medida em que essas línguas são incorporadas em larga escala às formas de comunicação existentes, às estruturas de interpretação em eventos e à crescente inclusão do sujeito surdo nas esferas sociais de participação. Fica claro, no entanto, que, dentro das pesquisas historicamente relacionadas a esta temática as línguas orais apresentam um esteio teórico muito mais estruturado em relação às línguas de sinais. As pesquisas em TILS no Brasil e no mundo, se tornam gradativamente alvo de pesquisadores da tradução que incorporam em seus textos, além de uma reflexão teórica sobre a tradução em si, também, uma produção que subjaz a prática tradutório-interpretativa, sejam estas relacionadas aos contextos inter ou intraculturais, como são os casos da tradução envolvendo línguas de sinais, somente, ou línguas de sinais e línguas orais num mesmo ambiente. A proposta que lançamos neste simpósio está baseada nas seguintes alíneas: a) Abrir espaço para uma reflexão sobre a atividade do surdo enquanto tradutor e intérprete das línguas de sinais e sua contribuição no desenvolvimento de práticas de resignificação/aproximação das formas nativas das línguas de sinais; b) Evidenciar as questões teóricas relacionas a prática da tradução e interpretação no que tange às relações de (des)afinidade das línguas orais e sinalizadas; c) Dialogar sobre os mais diferentes contextos no quais se podem instalar uma estrutura de tradução de/para línguas sinalizadas e outras questões relacionadas ao campo dos ETILS no geral. É na atividade da tradução que o profissional tradutor, possuidor do jogo de ferramentas denominado língua, monta-a, desmonta-a e remonta-nos a atividades da própria língua. Para os ETILS, a proposta reside numa perspectiva que vai além das trocas simbólicas e/ou materiais, realizadas substancialmente na tradução. Contudo, para o TILS (tradutor-intérprete de línguas de sinais) está a tarefa de conduzir dois sistemas semióticos de bases isoladas, emitindo ou destinando a informação em formas convergentes. Somente uma reflexão sobre a prática através das pesquisas feitas neste campo fornecerá cada vez mais subsídios por uma estruturação completa da atividade tradutória com/envolvendo línguas sinalizadas.

Coordenadores: Anderson Almeida da Silva (UFPI) e Ângela Russo (IPA – Centro Universitário Metodista)

E-mails: andersonalmeida@ufpi.edu.br, alegnaossur@yahoo.com.br

Línguas aceitas para as comunicações neste Simpósio: LIBRAS, Português, Inglês ou Sinais Internacionais.

 
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx


O CARÁTER DINÂMICO E TRANSDISCIPLINAR DAS PESQUISAS EM TILS

As pesquisas na área de Tradução e Interpretação de Língua de Sinais (TILS) iniciaram na área da Educação e, atualmente, fazem parte dos Estudos da Tradução, enfatizando principalmente os processos interlinguísticos e intersemióticos nas modalidades visual-espacial e oral-auditiva de linguagem. Ou seja, as pesquisas em TILS estabelecem, por sua origem e natureza, diálogos transdisciplinares, pois acontecem em interface com a Linguística, a Antropologia, a Neurologia, a Sociologia, por exemplo. Assim, a proposta deste GT é a de que diferentes agentes das investigações em TILS tenham um espaço de inserção acadêmica para indagações inovadoras nessa área, de modo a contribuírem com os Estudos da Tradução. Dessa maneira, o simpósio está aberto a propostas que investiguem a atuação de tradutores intérpretes, processos tradutórios, formação de glossários, análises comparativas de aspectos textuais e discursivos entre LF e LM, entre outros.

Coordenadores: Ronice Müller de Quadros (UFSC) e Rossana Finau (Universidade Tecnológica Federal do Paraná)

E-mails: ronice.quadros@ufsc.br, rafinau@gmail.com

Línguas aceitas para as comunicações neste Simpósio: Português, Libras.

 xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 

TRADUÇÃO AUDIOVISUAL E ACESSIBILIDADE

A partir do ano 2000, a Tradução Audiovisual ganhou ainda maior projeção através das novas normas de acessibilidade nos meios de comunicação que passaram a ser discutidas em nível global. Este simpósio tem como objetivo atrair pesquisadores e profissionais interessados pela discussão sobre as modalidades de tradução audiovisual voltadas para a acessibilidade de pessoas com deficiência sensorial (cegas e surdas) e intelectual (ex. Síndrome de Down) aos meios audiovisuais, tais como: a legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE), a dublagem, o voice-over e a audiodescrição (AD). Nesse sentido, o simpósio proposto pretende constituir-se em um fórum de apresentação/discussão para profissionais da área (legendistas, audiodescritores, tradutores, diretores de dublagem, distribuidores, etc), bem como para pesquisadores de outras áreas que possuam interface com este objeto de análise, tais como Estudos Fílmicos, Linguística de Corpus, Multimodalidade, Estudos Processuais da Tradução, Interpretação de Sinais e Tecnologias Assistivas.

Coordenadores: Eliana Paes Cardoso Franco (UFBA) e Vera Lúcia Santiago Araújo (UECE)

E-mails: elianapcfranco@gmail.com, verainnerlight@uol.com.br

Línguas aceitas para as comunicações neste Simpósio: Português, inglês, libras.


xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Enviem o resumo da sua proposta de comunicação para os coordenadores do simpósio que escolheu até 28 de fevereiro de 2013
sábado, 15 de setembro de 2012 1 comentários

Dissertações e teses - 2000 a 2009

Dissertações de mestrado e teses de doutorado sobre Intérprete Educacional produzidas no Brasil no período de 2000 a 2009

Dissertação de mestrado

LEITE, Emeli Marques Costa Leite. O papel do intérpre­te de LIBRAS em uma sala de aula inclusiva. Dissertação (Mestrado em Linguística Aplicada). Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2004.

FILIETAZ, Marta Rejane Proença. Políticas públicas de educação inclusiva: das normas à qualidade de formação do intérprete de língua de sinais. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Tuiuti do Paraná, 2006.

MARINHO, Margot Latt. O Ensino da Biologia: o intérpre­te e a geração de sinais. Dissertação (Mestrado em Linguística). Universidade de Brasília, 2007.
http://repositorio.bce.unb.br/bitstream/10482/2768/1/2007_MargotLattMarinho.PDF>

VIEIRA, Mauren Elisabeth Medeiros. A Auto-representa­ção e Atuação dos Professores-intérpretes de língua de sinais: afinal…professor ou intérprete? Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Federal de Santa Catarina, 2007.
Disponível em: <http://www.editora-arara-azul.com.br/cadernoacademico/004_auto_representacao.pdf>

COSTA, Karla Patrícia Ramos da. O texto do intérprete de libras no contexto do bilinguismo e o pretexto da inclusão. Dissertação (Mestrado em Ciências da Linguagem). Univer­sidade Católica de Pernambuco, 2008.
Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=179247>

MARTINS, Vanessa Regina de Oliveira. Educação de Sur­dos no Paradoxo da Inclusão com Intérprete de Língua de Sinais: Relações de poder e (re)criações do sujeito. Disser­tação (mestrado em Educação). Universidade Estadual de Campinas. 2008.
Disponível em: <http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=vtls000442588>

MARTINS, Diléia Aparecida. Trajetórias de formação e condições de trabalho do intérprete de Libras em Instituições de Educação Superior. Dissertação (Mestrado em Educa­ção). Pontifícia Universidade Católica de Campinas, 2009.
Disponível em: <http://xa.yimg.com/kq/groups/1665875/2048201874/name/Dileia%2520Aparecida%2520Martins.pdf>

MACHADO, Ione. Atuação do intérprete educacional de Língua Brasileira de Sinais em classe comum do ensino fun­damental. Dissertação (Mestrado em Educação Especial). Universidade Federal de São Carlos, 2009.

TUXI, Patrícia. A Atuação do Intérprete Educacional no Ensino Fundamental. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade de Brasília, 2009.
Disponível em: <http://repositorio.bce.unb.br/bitstream/10482/4397/1/2009_PatriciaTuxi.pdf>

Tese de doutorado

ROSSI, Célia Regina. O impacto da atuação do interprete de LIBRAS no contexto de uma escola
pública para ouvintes. Tese (Doutorado em Educação). Universidade de São Paulo, 2005.

PEDROSO, Cristina Cinto Araujo. O aluno surdo no en­sino médio da escola pública: o professor fluente em Libras atuando como intérprete. Tese (Doutorado em Educação Escolar). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, 2006

sexta-feira, 22 de junho de 2012 0 comentários

American annals of the deaf

Desde 1847
American annals of the deaf
http://gupress.gallaudet.edu/annals/


Publicações de American Annals of the Deaf sobre Intérprete de língua de sinais e Intérprete Educacional (**)


SHERRY, Shaw e LEN, Roberson. Service-Learning: Recentering the Deaf Community in Interpreter Education. American Annals of the Deaf (3), 277-83. 2009.

HYDE, M., OHNA, S. E., & HJULSTADT, O. “Education of the Deaf in Australia and Norway: A Comparative Study of the Interpretations and Applications of Inclusion,” American Annals of the Deaf Volume 150, No. 5, 2005. 415–426. (**)

VERNON, M., & MILLER, K. Interpreting in Mental Health Settings: Issues and Concerns. American Annals of the Deaf 146(5), 420-434. 2001.

NAPIER, J. Sign Language Interpreter Training. American Annals of the Deaf. Volume 149, No. 4, 2004. 350–359.

MILLER, K. R. Access to Sign Language Interpreters in the Criminal Justice System. American Annals of the Deaf 146(4), 328-330. 2001.

ANTIA, Shirin. D. & KREIMEYER, K. H. The Role of Interpreters in Inclusive Classrooms. American Annals of the Deaf. Volume 146, No 4, 2001, 355-365. (**)

YARGER, C. C. Educational Interpreting: Understanding the Rural Experience. American Annals of the Deaf . Volume 146, No 1, 2001. 16-30. (**)

SHAW, J e JAMIESON, J. Patterns of classroom discourse in integrated, interpreted elementary school setting. American Annals of the Deaf. Volume 142, No1. 1997. 40-47. (**)

DECARO, J. J., FEUERSTEIN, M., & HURWITZ, T. A., Cumulative Trauma Disorders Among Educational Interpreters, American Annals of the Deaf. Volume 137, No 3, 1992. 288-292 (**)

STEDT, J. D., Interpreter's Wrist: Repetitive Stress Injury and Carpal Tunnel Syndrome in Sign Language Interpreters, American Annals of the Deaf. Volume 137, No 1, 1992. 40-43.
1 comentários

Sign Language Studies

Desde 1972
Sign Language Studies
http://gupress.gallaudet.edu/SLS.html

Publicações de Sign Language Studies sobre Intérprete de língua de sinais e Intérprete Educacional (**)

Christopher Stone and Bencie Woll. Dumb O Jemmy and Others: Deaf people, Interpreters and the London Courts in the Eighteenth and Nineteenth Centuries. VOLUME 8. Spring 2008.

MARSCHARK, Marc; SAPERE; Patricia; CONVERTINO, Carol; SEEWAGEN, Rosemarie, and MALTZEN, Heather. Comprehension of Sign Language Interpreting: Deciphering a Complex Task Situation. Sign Language Studies Volume Four: Issue Four Summer 2004. (**)

NAPIER, Jemina; BARKER, Roz. Sign Language Interpreting: The Relationship between Metalinguistic Awareness and the Production of Interpreting Omissions. Sign Language Studies Volume Four: Issue Four Summer 2004.

MONTOYA, Louise A.; EGNATOVITCH, Reginald; ECKHARDT, Elizabeth, Marjorie Goldstein, Richard A. Goldstein, and Annie G. Steinberg. Translation Challenges and Strategies: The ASL Translation of a Computer-Based, Psychiatric Diagnostic Interview. Volume Four: Issue Four Summer 2004.

FRANKEL, Mindy A. Deaf-Blind Interpreting: Interpreter's Use of Negation in Tactile American Sign Language. Sign Language Studies Volume Two: Issue Two Winter 2002.

KRISTEN, Johnson.Miscommunication in interpreted classroom interaction. Sign Language Studies, Vol 70, 1991, 1-34. (**)
0 comentários

Journal of Deaf Studies and Deaf Education

Desde 1996
Journal of Deaf Studies and Deaf Education
http://jdsde.oxfordjournals.org/


Publicações Journal of Deaf Studies and Deaf Education sobre Intérprete de língua de sinais e Intérprete Educacional (**)

McDERMID, Campbell. Empirical Article: Social Construction of American Sign Language—English Interpreters Journal of Deaf Studies and Deaf Education. 14(1): 105-130 first published online April 18, 2008 doi:10.1093/deafed/enn012 2008.

Marc Marschark, Patricia Sapere, Carol Convertino, Jeff Pelz. Learning via Direct and Mediated Instruction by Deaf Students. J. Deaf Stud. Deaf Educ. (2008) 13 (4): 546-561. doi: 10.1093/deafed/enn014 First published online: May 3, 2008 (**)

BRUNSON, Jeremy L. Your Case Will Now Be Heard: Sign Language Interpreters as Problematic Accommodations in Legal Interactions. Journal of Deaf Studies and Deaf Education. 13(1): 77-91 first published online June 25, 2007 doi:10.1093/deafed/enm032 2008

KRAUSE, Jean C., KEGL, Judy A., and SCHICK, Brenda. Toward Extending the Educational Interpreter Performance Assessment to Cued Speech. Journal of Deaf Studies and Deaf Education 13(3): 432-450 first published online November 27, 2007 doi:10.1093/deafed/enm059 . 2008. (**)

MARSCHARK, Marc; LEIGH, Greg, SAPERE, Patricia; BURNHAM, Denis; CONVERTINO, Carol; STINSON, Michael, KNOORS, Harry; VERVLOED, Mathijs P. J.; NOBLE William. Benefits of Sign Language Interpreting and Text Alternatives for Deaf Students' Classroom Learning J Deaf Stud Deaf Educ.. 2006; 11(4): 421–437. (**)

SCHICK, Brenda; WILLIAMS, Kevin; KUPERMINTZ. Haggai. Look Who’s Being Left Behind: Educational Interpreters and Access to Education for Deaf and Hard-of-Hearing Students. Journal of Deaf Studies and Deaf Education 11:1 Winter, 2006. (**)

MARSCHARK, Marc, SAPERE, Patricia, CONVERTINO, Carol, SEEWAGEN, Rosemarie. Access to Postsecondary Education through Sign Language Interpreting J. Deaf Stud. Deaf Educ. (Winter 2005) 10(1): 38-50 doi:10.1093/deafed/eni002 (**)

NAPIER, Jemina, BARKER, Roz. Accessing University Education: Perceptions, Preferences, and
Expectations for Interpreting by Deaf Students. Journal of Deaf Studies and Deaf Education vol. 9 no. 2 _ Oxford University Press 2004. (**)

STOREY, Brian C.; JAMIESON, Janet R. Sign Language Vocabulary Development Practices and Internet Use Among Educational Interpreters. Journal of Deaf Studies and Deaf Education. 9(1): 53-67 doi:10.1093/deafed/enh012 2004. (**)

SEAL, Brenda C. Psychological Testing of Sign Language Interpreters Journal of Deaf Studies and Deaf Education. 9(1): 39-52 doi:10.1093/deafed/enh010 2004. (**)

Harry G. Lang. Higher Education for Deaf Students: Research Priorities in the New Millennium. Deaf Stud. Deaf Educ. (2002) 7 (4): 267-280. doi: 10.1093/deafed/7.4.267 (**)

NAPIER, Jemina. University Interpreting: Linguistic Issues for Consideration. In: Journal of Deaf Studies and Deaf Education. 7:4 Fall, 2002. (**)

DEAN, Robyn K. and POLLARD, Robert Q, Jr. Application of Demand-Control Theory to Sign Language Interpreting: Implications for Stress and Interpreter Training. Journal of Deaf Studies and Deaf Education. 6(1): 1-14 doi:10.1093/deafed/6.1.1 2001.

STINSON, M; LIU, Y. Participation of deaf and hard-of-hearing students in classes with hearing students. Journal of Deaf Studies and Deaf Education. (1999) 4(3): 191-202 doi:10.1093/deafed/4.3.191 (**)

STINSON, M and ANTIA, Shirin. Considerations in educating deaf and hard-of-hearing students in inclusive settings. Journal of Deaf Studies and Deaf Education. (1999) 4(3): 163-175 doi:10.1093/deafed/4.3.163

SCHICK, Brenda; WILLIANS, Kevin, BOLSTER, Laurie. Skill lives of educational interpreters
Working in Public Schools. In: Journal of Deaf Studies and Deaf Education. 4:2 Spring, 1999. (**)

STEWART, David A.; KLUWIN, Thomas N. The Gap Between Guidelines, Practice, and Knowledge in Interpreting Services for Deaf Students. J. Deaf Stud. Deaf Educ. (1996) 1 (1): 29-39. (**)
0 comentários

Sign Language & Linguistics


Desde 1998
Sign Language & Linguistics
http://www.benjamins.com/cgi-bin/t_seriesview.cgi?series=SL%26L


Publicações de Sign Language & Linguistics sobre Intérprete de língua de sinais

MCKEE, Rachel Locker; NAPIER, Jemina. Interpreting into International Sign Pidgin: An analysis. Sign Language & Linguistics 5:1. 2002. iv, 103
0 comentários

Deafness & Education International

Não há nenhum artigo publicado que tenha como foco o intérprete de língua de sinais dentre os 140 artigos disponíveis.
0 comentários

The Sign language translator and interpreter


The Sign language translator and interpreterDesde 2007
Parou de ser publicado em 2010
www.stjerome.co.uk/tsa/journal/3/

Publicações de The Sign language translator and interpreter sobre Intérprete de língua de sinais e Intérprete Educacional


Simon James Bristoll. 2009. “But We Booked an Interpreter!”: The Glass Ceiling and Deaf People: Do Interpreting Practices Contribute?. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 3, Number 2: 117-140

Hanna, Sameh F.. 2009. Exploring MA Students’ Attitudes to Translation Theory and Practice: An Action-research Approach. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 3, Number 2: 141-155

Vera Lúcia Santiago Araújo. 2009. In Search of SDH Parameters for Brazilian Party Political Broadcasts. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 3, Number 2: 157-175

Laura Sadlier. 2009. Pandora’s Box: Lifting the Lid on Issues of Testing: A Case Study of Sign Language Interpreters in Training in Ireland. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 3, Number 2: 177-201

Anika S. Smeijers and Roland Pfau. 2009. Towards a Treatment for Treatment: On the Communication between General Practitioners and Their Deaf Patients. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 3, Number 1: 1-14

Graham H. Turner and Frank Harrington. 2009. Issues of Power and Method in Interpreting Research. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 3, Number 1: 15-28

Carlo Eugeni. 2009. Respeaking the BBC News: A Strategic Analysis of Respeaking on the BBC. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 3, Number 1: 29-68

Sarah Sheridan. 2009. Translating Idiomatic Expressions from English to Irish Sign Language (ISL): Theory and Practice. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 3, Number 1: 69-84Graham Turner. 2008. Signs of Injustice: A Decade Later. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 2, Number 2: 97-100

Mary Brennan†. 2008. Signs of Injustice. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 2, Number 2: 101-126

Marie-Noëlle Guillot. 2008. Orality and Film Subtitling: The Riches of Punctuation. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 2, Number 2: 127-147

Lorraine Leeson. 2008. Quantum Leap: Leveraging the Signs of Ireland Digital Corpus in Irish Sign Language/English Interpreter Training. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 2, Number 2: 149-176

Thierry Haesenne, Damien Huvelle and Patricia Kerres. 2008. One Step Forward, Two Steps Back …: Toward a New Signed Language Interpreter Training Programme in French-speaking Belgium. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 2, Number 2: 177-196

Rachel Locker McKee. 2008. ‘Quality’ in Interpreting: A Survey of Practitioner Perspectives. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 2, Number 1: 1-14

Soledad Zárate. 2008. Subtitling for Deaf Children on British Television. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 2, Number 1: 15-34

Elisa Perego. 2008. What Would We Read Best?: Hypotheses and Suggestions for the Location of Line Breaks in Film Subtitles. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 2, Number 1: 35-63

RUSSO, Ângela. 2008. Memory and Knowledge: What Day Is Today?: Constructing Ways of Remembering Signed Language Interpreters’ Day in Brazil. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 2, Number 1: 65-79

MOODY, Bill. Literal vs. Liberal: What Is a Faithful Interpretation? The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 1, Number 2: 179-220, 2007. (**)

Ángel Herrero and Rubén Nogueira. 2007. The Loving Hand: Spanish Poetry in Spanish Sign Language (LSE). The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 1, Number 2: 221-250

Josélia Neves. 2007. Of Pride and Prejudice: The Divide between Subtitling and Sign Language Interpreting on Television. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 1, Number 2: 251-274

Karen Bontempo and Jemina Napier. 2007. Mind the Gap!: A Skills Analysis of Sign Language Interpreters. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 1, Number 2: 275-299

Nadja Grbic. 2007. Where Do We Come From? What Are We? Where Are We Going?: A Bibliometrical Analysis of Writings and Research on Sign Language Interpreting. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 1, Number 1: 15-51

Christopher Stone. 2007. Deaf Translators/Interpreters Rendering Processes: The Translation of Oral Languages. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 1, Number 1: 53-72

Jennifer Rayman. 2007. Visions of Equality: Translating Power in a Deaf Sermonette. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 1, Number 1: 73-114

Svenja Wurm. 2007. Intralingual and Interlingual Subtitling: A Discussion of the Mode and Medium in Film Translation. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 1, Number 1: 115-141

Zane Hema. 2007. WASLI – Past Present Future. The Sign Language Translator and Interpreter (SLTI): Volume 1, Number 1: 143-156
0 comentários

International Journal of Interpreter Education (IJIE)

Desde 2009
International Journal of Interpreter Education (IJIE)
http://www.cit-asl.org/journal.html
Publicações de International Journal of Interpreter Education (IJIE) sobre Intérprete de língua de sinais e Intérprete Educacional

McDERMID, Campbell. Culture Brokers, Advocates, or Conduits: Pedagogical Considerations for Deaf Interpreter Education. International Journal of Interpreter Education . Volume 2 ~ November 2010

ZIMÁNYI, Krisztina. Training for Interpreting in Mental Healthcare in Ireland International Journal of Interpreter Education Volume 2 ~ November 2010

FITZMAURICE, Steve. Teaching Goals of Interpreter Educators International Journal of Interpreter Education Volume 2 ~ November 2010

ROUSH, Daniel R. Universal Design in Technology Used in Interpreter Education. International Journal of Interpreter Education Volume 2 ~ November 2010

OLDFIELD, Norma Lee. A Competency Model for Video Relay Service Interpreters. International Journal of Interpreter Education Volume 2 ~ November 2010

PEARCE, Tamara; NAPIE, Jemina. Mentoring: A Vital Learning Tool for Interpreter Graduates. International Journal of Interpreter Education Volume 2 ~ November 2010

McDERMID, Campbell. The Ontological Beliefs and Curriculum Design of Canadian Interpreter and ASL Educators. International Journal of Interpreter Education Volume 1 ~ November 2009

TAKIMOTO, Masato. Characteristics of an Interpreting Situation with Multiple Participants: Implications for Pedagogy. International Journal of Interpreter Education Volume 1 ~ November 2009 (**)

PETRONIO Karen; HALE, Kimberly. One Interpreter Education Program, Two Sites: A Comparison of Factors and Outcomes. International Journal of Interpreter
Education Volume 1 ~ November 2009
sábado, 5 de maio de 2012 0 comentários

3o Encontro catarinense de Tradutores e intérpretes de língua de sinais

segunda-feira, 16 de abril de 2012 1 comentários


Neste exemplar, intitulado “Libras em estudo: tradução/interpretação”, os ensaios teóricos produzidos pelos professores do curso de formação de intérpretes Neiva de Aquino, Vânia Santiago e Vinicius Nascimento versam sobre a problemática da formação, numa perspectiva científica, técnica e política, respectivamente. Os trabalhos de pesquisa dos alunos em formato de artigo científico buscaram responder a questões relevantes sobre política, linguística, inclusão educacional de surdos e a práxis do intérprete.
Ana Claudia dos Santos Camargo problematiza a forma de contratação de intérpretes educacionais por meio de concursos públicos tendo como corpus da sua pesquisa provas de concurso de todas as regiões do país. Identificou que o formato de prova assumido não avalia efetivamente a competência linguística, interpretativa e discursiva dos candidatos. Representa uma grande contribuição nessa área do conhecimento, pois propõe mudanças significativas na
seleção de intérpretes.
Silvia Maria Estrela Lourenço desenvolveu uma pesquisa histórica da formação do guias-intérpretes no Brasil. O artigo revela também currículos de cursos, podendo apontar caminhos para a formação desse profissional que no seu dia a dia desenvolve atividade tão específica como a guia-interpretação para surdocegos.
Regina Maria Russiano Mendes desenvolveu uma interessante revisão de literatura sobre a problemática dos papéis desenvolvidos pelos intérpretes educacionais, e ao colher depoimentos de intérpretes analisa a construção deste profissional na lógica da inclusão educacional. No seu artigo apresenta uma comparação do discurso de intérpretes que atuam no ensino fundamental e no ensino superior, seu texto traz importantes considerações sobre os diferentes saberes e fazeres.
Renata Souza Santos identificou no fazer tradutório de português para a Libras os procedimentos de tradução aplicados em livro didático bilíngue. Para além da técnica, a autora apresenta a complexidade que envolve a função da tradução e como os sentidos subjetivos e individuais estão presentes no processo de tradução. A partir de excertos de dois gêneros de discurso: texto explicativo e texto de orientação (enunciado de exercício/atividades), a autora realiza análise contrastiva com foco nos procedimentos de tradução e revela pontos interessantes que também apontam caminhos na pesquisa dessa área de conhecimento.
Ester Barbosa Fidelis analisa a tradução da Bíblia, construindo um olhar sobre o fazer técnico na interpretação de “textos sensíveis” como o texto religioso. Com base no estudo dos procedimentos de tradução, revela ponto a ponto escolhas tradutórias e sugere outras possibilidades a partir de uma visão dinâmica da tradução, atendo-se ao uso de procedimentos que permitam a transmissão do sentido da mensagem.
Esperamos que as pesquisas, os questionamentos e as reflexões dos autores nesse livro estimulem a produção de novos trabalhos, e o compartilhamento contínuo de estudos e práticas entre tradutores e intérpretes de Libras – português.
Neiva de Aquino Albres
Vânia de Aquino Albres Santiago
Lançamento do livro na Reatech 14--4-2012
O material está disponível para download gratuito no site da FENEIS-SP. http://www.feneissp.org.br/index.php?ps=e-book
quinta-feira, 12 de abril de 2012 0 comentários

Características de uma situação de Interpretação Com múltiplos participantes: Implicações para Pedagogia.

Resumo
Ao examinar uma situação naturalmente interpretada com um número maior de participantes, este trabalho identifica e considera o carácter distintivo de tal contexto. Com um aumento do número de participantes, a interação torna-se altamente complexa, e ao intérprete é requerido realizar as funções que podem ser considerados adicionais ou diferentes do que era a partir de uma interação entre intérprete mediada com dois interlocutores primários. Tais tarefas
adicionais consistem na gestão de informações, incluindo relatórios e resumindo, e a monitoria das necessidades de informações dos participantes. A fim de analisar a natureza complexa da interação, a noção de footing é utilizada como referencial teórico. Estes achados têm implicações importantes para a interpretação pedagogia. Recomendações para a intérprete educacional e para formação de intérpretes incluem a promoção da conscientização dos alunos sobre situações igualmente complexas de interpretação.

Palavras-chave: interpretação; multipartidário interpretação; de fundamento; terceira pessoa; relatório; pedagogia.

Fonte:
TAKIMOTO, Masato. Characteristics of an Interpreting Situation with Multiple Participants: Implications for Pedagogy. International Journal of Interpreter Education Volume 1 ~ November 2009
domingo, 25 de março de 2012 0 comentários

O INTÉRPRETE DE LIBRAS: CONQUISTAS EDESAFIOS

Rosana de Fátima Janes Constâncio (CUML)
Tárcia Regina da Silveira Dias


Este estudo se propõe a conhecer e analisar ainserção do profissional intérprete de Libras no ensino superior e a construção desta profissão. Aproposta envolve a tentativa de compreenderquem é este profissional e como se dá a suaatuação em um universo fronteiriço entre aslínguas, oral-auditiva e viso-espacial. Visa,também, conhecer as necessidades e especificidades vivenciadas por este profissionalnuma relação que envolve surdos – ouvintes - intérpretes. Espera-se também explicitaraspectos do processo de construção desta novaprofissão. Participaram do estudo quatrointérpretes de Língua de Sinais que atuam noensino superior nas cidades de São Paulo/SP. Osdados foram coletados por meio de entrevistaspresenciais e via on-line, empregando osprogramas do correio eletrônico e MSN. Asentrevistas contaram com roteiro pré-definido eforam transcritas, lidas e relidas até que sechegasse à definição de categorias relevantespara atingir o objetivo proposto, isto é Formaçãoinicial do intérprete; Formação específica dointérprete; Tempo de atuação como intérprete;Áreas de atuação como interprete; Locais deatuação como intérprete; Dificuldades noemprego; Disciplinas que interpreta; Possíveisdificuldades em algum momento dainterpretação; e Como tem superado asdificuldades. Os resultados mostram que osintérpretes têm formação superior e estãoinseridos nas comunidades surdas, têm amplaexperiência na área educacional. Relacionam-sebem com os surdos; interpretam todas asdisciplinas que o aluno surdo freqüenta; eapresentam como dificuldade a falta de sinaisespecíficos para determinadas palavras usadasno meio educacional. Concluiu-se que o ato detraduzir e interpretar demanda competênciaslingüísticas e metodológicas complexas.Concluiu-se, também, que os intérpretes estãoprocurando aperfeiçoar-se no seu papel demediador visando conquistar espaço paragarantir a acessibilidade do surdo nos diferentessegmentos da sociedade.
Palavras-chave: Intérprete. Língua de Sinais.Língua Portuguesa.
0 comentários

O TRADUTOR-INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DEALUNOS SURDOS: ANÁLISE DE UMA EXPERIÊNCIA COM TILS QUE ATUAM NO ENSINO FUNDAMENTAL II
Adriane de Castro Menezes Sales (UFSCAR)
Cristiane Satiko Kotaki
Cristina Broglia Feitosa de Lacerda
A partir de discussões sobre língua, linguagem, legislação e o atendimento escolar do aluno surdo, este artigo teve como objetivo analisar os desafios e demandas apontados por Tradutores Intérpretes de Língua de Sinais que atuam pela primeira vez interpretando em turmas do Ensino Fundamental II. Eles fazem a tradução e interpretação dos conteúdos das aulas e interações ocorridas nas salas de aula para os estudantes surdos e também para os ouvintes (alunos e professores). Sobre o método, realizamos uma pesquisa qualitativa, um estudo de caso, na qual utilizamos dois procedimentos de coleta (observação e entrevistas). Quanto aos resultados, foi marcante que para os tradutoresintérpretes a responsabilidade de garantir acessibilidade linguística aos alunos surdos é consenso, assim como a necessidade de formação continuada específica em cursos de graduação ou especialização que possam dar mais fundamentação e profissionalismo ao seu desempenho. desejosos de aprofundar seus conhecimentos para uma melhor atuação profissional, indicando que a formação do ILS não é estática e definitiva; que ela é um processo que acontece em meio às condições históricas nas quais estão inseridos.
Palavras-chave: Tradutor-intérprete, língua de sinais e libras; educação
10-o encontro de pesquisas em Educação da Região Sudeste.
sexta-feira, 9 de março de 2012 0 comentários
DA INTERPRETAÇÃO LITERAL PARA A INTERPRETAÇÃO LIVRE EVICE-VERSA: ESTRATÉGIAS DE INTERPRETAÇÃO DE LÍNGUA DESINAIS E PORTUGUÊS NA EDUCAÇÃO, UMA VIA DE DOIS “SENTIDOS"
Vânia de Aquino Albres Santiago1
Eixo temático: Educação Especial
A inclusão educacional de Surdos nos diferentes níveis de escolarização trata-se de umprocesso complexo que merece atenção no tocante das atuais discussões sobre inclusão,entendendo o Intérprete de língua de sinais como um serviço especializado. O objetivodeste estudo foi investigar as estratégias adotadas pelo intérprete de língua de sinais eportuguês em ambiente universitário durante os diversos tipos de mediação emsituações de sala de aula em atendimento à interação do acadêmico surdo com seusprofessores e colegas. Trabalhamos em uma perspectiva de língua enunciativadiscursivacom base nos estudos Bakthnianos. O método dialético conduz nosso olharpara a interpretação do objeto de estudo, da contradição inerente ao processo da interpretação. Os participantes deste estudo foram um intérprete de Libras, uma alunasurda, professores do referido curso e demais alunos ouvintes da sala de aula. Comoprocedimento de construção de dados, usamos a vídeo-gravação de aulas, e uma préanáliseda interpretação, definindo episódios de interpretação para descrição analítica(categorização), que possibilitaram o levantamento das estratégias interpretativas usadasnesses episódios. Foram analisados os episódios com o foco na identificação dainterpretação literal e interpretação livre para mediação do ensino-aprendizagem. Osresultados obtidos apresentaram que tanto a interpretação literal quanto a interpretaçãolivre estão presentes na atuação do Intérprete educacional, sendo uma estratégiacomplementar a outra na construção de sentidos para o intérprete, ou seja, além dacompetência lexical, interferem na interpretação, o tema, qual a situação e o objetivo da enunciação e de quem a quem.
Palavras-chave: interpretação em língua de sinais.estratégias de interpretação. inclusão educacional. ensino-aprendizagem.
1 Tradutora/intérprete de Libras - Mestranda pelo Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em EducaçãoEspecial pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar – São Carlos, São Paulo, Brasil.
Poster apresentado no 6- EIDE - Encontro Iberomericano de Educação. UNESP E UNIVERSIDAD DE ALCALÁ. Faculdade de ciências e letras. Campus Araraquara UNESP. 26 a 29 de outubro de 2011. ISSN: 1981-9668. http://iage.fclar.unesp.br/eide/eide2011.php
quinta-feira, 8 de março de 2012 0 comentários
Estratégias de Interpretação no discurso jurídico

Debra Russell
Universidade de Alberta, Canadá

Pergunta e resposta como formas de discurso são comuns em muitos contextos legais. Criação de coesão e perceber intenções do falante é um desafio entre os participantes que não partilham a mesma língua, e é ainda mais complexo quando um intérprete é introduzido para a mediação. A ligação entre os elementos linguísticos e culturais da mensagem com intenções participante constrói a coesão no discurso jurídico. Ao longo da interacção, os participantes criam significado pelo desenho do contexto que dão às respectivas mensagens, o contexto da situação e, como resultado do seu diálogo. Neste artigo descrevo algumas das estratégias que os intérpretes usam para criar coesão na interpretação entre usuários de Inglês-ASL. Gostaria de ilustrar a interação entre estratégias de análise de texto com a criação de sentido através das línguas. Os insights dos intérpretes participantes neste estudo também são destacados neste artigo.

Resumo no Anais de:
Professionalisation of interpreting in the community. International Conference Critical. Link 4. May 20 –23, 2004, Stockholm, Sweden
Fonte: http://criticallink.org/wp-content/uploads/2011/09/CL4_Russell.pdf
0 comentários

Gerenciando Intérpretes educacionais: Novos papéis para professores de Surdos em "Educação Inclusiva no Século 21"

Leanne Potter K.
WA Instituto de Educação de Surdos, Perth, WA, Australia

A educação de surdos na Austrália Ocidental é coordenada em todo o estado que cobre o terço ocidental da Austrália continental. O Estado é composto por mais de um milhão de quilômetros quadrados, que é aproximadamente 5 vezes o tamanho do Texas. A capital da cidade de Perth, uma das áreas metropolitanas mais isoladas na Terra com dois milhões de habitantes. Como um corpo coordenado, do W.A. Instituto de Educação de Surdos (WAIDE) deve atender as necessidades de todos os Surdos e Deficientes Auditivos matriculados como alunos desde o nascimento até os 18 anos de idade, desde o com Implante Coclear até o aluno surdo em uma
perspectiva de Educação Bilíngue/bicultural. O número atual de inscritos é de 1.200 alunos no serviço regular, com 51 intérpretes educacionais trabalhando em todo o estado. WAIDE promove escolha, e nossas leis permitem igual oportunidade para educação dos alunos com surdez, os pais preferem, assim como o mundo todo, a "Inclusão" que é cada vez mais comum em escolas. O papel do Coordenador de acessibilidade e equidade foi criado para atender as várias necessidades especificas de: 1. Estudantes utilizando intérpretes educacionais, 2. Eles mesmos como Intérpretes educacionais, 3. Inclusão em escolas e professores, 4. Professores de Surdos que gerenciam esses ambientes. A coordenação destes diferentes serviços inclui a avaliação dos estudantes que têm sido encaminhados para uso de sinais, colaborando com os pais e as escolas
locais, enviando intérprete para o aluno, oferecendo curso profissional aprendizagem, terceirização e adequar intérprete para o aluno, proporcionando o aprendizado profissional permanente, fornecimento e prestação dos mais recentes artigos de pesquisa em todo o estado, a oferta de aulas de língua de sinais para a 16 dos 51 assistentes de educação que desempenham este papel e fornecendo intérpretes de apoio/substituto do WAIDE quando os intérpretes educacionais estão ocupados. Esta apresentação examinou as necessidades específicas dos intérpretes educacionais atendidas pelo WAIDE, e os problemas evitados, nos últimos dois anos, desde que o serviço começou a funcionar. Resultados de pesquisas constantes serão analisados para avaliar se o apoio a acessibilidade e equidade na área do WAIDE tem cumprido os atendimentos às necessidades especiais dos alunos, suas escolas, intérpretes educacionais e professores de surdos.
COMUNICAÇÃO ORAL IN: 21st International Congress on the Education Of the Deaf. In: Abstract Book ICED2010. Partners inEducation. Vancouver – Canadá. 18 a 22 de julho de 2010.
EIXO TEMÁTICO: Pesquisas sobre intérpretes de língua de sinais e aprendizagem mediada
0 comentários

Intérpretes, estudantes surdos e Palestras em Sala de Aula: Preferencias e Compreensão

Patty M. Sapere; Carol M. Convertino
Instituto Nacional de Técnica para Surdos no Rochester Institute of Tecnologia,
Rochester, NY, E.U.A.

Historicamente, a formação de intérpretes educacionais tem se baseado mais na opinião coletiva e da observação aleatória do que em pesquisa empírica. Isto levou a presunções sobre como os alunos surdos aprendem (ou não), incluindo os supostos perigos de uma educação interpretada. Vamos sugerir que o que os estudantes ganham ou perdem com intérpretes de língua gestual, é mais sobre a cognição e metacognição do aluno inerentes a educação mediada que nos interessa discutir. Os estudos investigaram a compreensão de estudantes surdos em palestras filmadas, apresentadas por membros do corpo docente no Rochester Institute of Technology. Aprendizagem mediada, tendo como alvo os alunos surdos e ouvintes com instrutores surdos e ouvintes, foi o foco da investigação. Um estudo adicional comparou crenças de intérpretes (como mediadores) sobre a preferência de comunicação dos estudantes surdos em várias configurações para alunos surdos e suas reais escolhas (dos surdos). Com os professores ouvintes e intérpretes de língua de sinais, os alunos surdos marcaram significativamente menos (30%) do que os alunos ouvintes. Para testar a clareza e completude das palestras interpretadas, o estudo foi replicado com intérpretes altamente qualificados no papel de aprendizes. Baseando-se na interpretação (sem áudio), os intérpretes tiveram escores acima de 90%. Isso indicou que a variação no desempenho dos alunos surdos foi narrado para algo diferente do que as palestras que foram mediadas por meio de um intérprete. Quando um instrutor surdo foi utilizado, os alunos surdos tiveram resultados similares aos estudantes ouvintes, mas só quando os estudantes ouvintes foram expostos a interpretação de um intérprete inexperiente. Ouvintes obtiveram notas maiores do que os alunos surdos com um intérprete de voz qualificados, isso atesta a integridade da mensagem mediada. Mais uma vez, algo diferente no modo da instrução está influenciando a compreensão. A forma de comunicação de preferências revela discrepâncias e equívocos na forma de ver dos intérpretes sobre as opções de comunicação do estudante. Estes estudos levantam problemas que podem afetar a interpretação educacional. O que esses resultados indicam é que a precisão desses pressupostos, e como eles podem afetar o desempenho dos alunos precisam discutidos e aprofundados, juntamente com um resumo das variáveis que faz ou não faz prever a aprendizagem dos alunos surdos em sala de aula de ouvintes.
COMUNICAÇÃO ORAL IN: 21st International Congress on the Education Of the Deaf. In: Abstract Book ICED2010. Partners inEducation. Vancouver – Canadá. 18 a 22 de julho de 2010.
EIXO TEMÁTICO: Pesquisas sobre intérpretes de língua de sinais e aprendizagem mediada
0 comentários

Construindo o melhor para sala de aula: compreensão
entre os alunos surdos
Carol M. Convertino, Georgianna Borgna
Instituto Nacional de Técnica para Surdos no Instituto de Tecnologia de
Rochester, Rochester, NY, E.U.A.
Uma variedade de estudos tem demonstrado que os estudantes surdos em geral entram e saem da sala de aula com menos conhecimento do que seus pares ouvintes. Contrariamente às suposições anteriores, no entanto, pesquisas recentes têm mostrado que estudantes universitários e secundários, pelo menos, aprendem o máximo de materiais de impressão a partir de instrução em sinais. Este resultado vale, independentemente de receberem instrução direta de um professor em sinais ou instrução "mediada" por meio de intérprete de língua de sinais ou em tempo real de um texto. Além disso, fatores como a língua falada versus habilidade na língua de sinais e níveis de audição dos pais pode estar relacionado a capacidade de leitura, mas eles não conseguem prever a aprendizagem em sala de aula de quando outras variáveis ​​relevantes são controladas. Uma série de experimentos procurou compreender e melhorar a aprendizagem de alunos surdos, proporcionando-lhes um "suporte", que consiste de um vocabulário fundamental e/ou as principais ideias contidas nos materiais de nível universitário. Em condições diferentes, grande grupo de alunos surdos e ouvintes viram passagens com ou sem “suporte” em forma impressa ou falada por um instrutor usando a interpretação em língua de sinais. Depois de receber uma passagem, os estudantes foram convidados a apresentar as ideias principais das passagens, responder questões de múltipla escolha, e identificar quais as perguntas que eles pensaram que responderam corretamente (Metacompreensão). Em algumas condições os “suportes” conduziram a uma melhoria significativa de surdos, mas não para a aprendizagem de alunos ouvintes (como indicado pelos testes de múltipla escolha), sugerindo que os alunos ouvintes não precisam de apoio adicional para a compreensão. No entanto, mesmo com a melhora, o desempenho dos alunos surdos, eles não atingiram o nível dos alunos ouvintes que não receberam o “suporte”. O padrão de resultados converge para a possibilidade de utilização de diferentes estratégias de aprendizagem por alunos surdos do que usadas por seus pares ouvintes e indicam a necessidade de adaptar os nossos métodos de ensino para acomodar as suas necessidades e pontos fortes. Estes estudos fornecem insights sobre a aprendizagem dos surdos por meio da língua de sinais e também do texto. Oportunidades para a melhoria da aprendizagem são discutidas.
COMUNICAÇÃO ORAL IN: 21st International Congress on the Education Of the Deaf. In: Abstract Book ICED2010. Partners inEducation. Vancouver – Canadá. 18 a 22 de julho de 2010.
EIXO TEMÁTICO: Pesquisas sobre intérpretes de língua de sinais e aprendizagem mediada
0 comentários


Chegar as Intenções em um ambiente de Educação Mediada: ponte entre a teoria e a prática

Debra Russell
David Presidente Peikoff de Estudos Surdos, Edmonton AB, Canadá

Introdução: Este estudo analisou a qualidade da interpretação em sinais prestada às crianças surdas em uma escola com doze classes inclusivas de ensino regular. Trinta e cinco e intérpretes participaram da amostragem de filmagens em sala de aula com intérprete, a partir desta foi então
analisada a função da ação de transmissão do conteúdo acadêmico, e a função de facilitar a experiência social em sala de aula. O estudo também incluiu entrevistas com grupos específicos de pais, professores, estudantes e administradores, registrando suas percepções sobre as experiências da educação inclusiva. Questões levantadas: 1- Em que medida e de que modo o uso de serviços de interpretação tem impactado o rendimento escolar e o desenvolvimento social dos alunos surdos? 2- Quais as percepções são realizadas pelos alunos surdos, pais, professores e gestores sobre a qualidade e o impacto dos serviços de interpretação sobre o sucesso acadêmico e social dos alunos surdos? Método: A interpretação foi analisada utilizando os princípios e escopos, teoria sociolinguística (Reiss e Vermeer, 1984) aplicado às funções do discurso comum de ensino. Professor de línguas, como descrito por Cazden (2003) formaram a base da avaliação,
utilizando os quadros do discurso dos professores com perguntas meta-cognitivas, utilizando técnicas de sequenciamento e de conexões, estratégias de conceptualização, mecanismos de pares de ensino, e feedback dos professores. A coleta de dados também inclui ferramentas de pesquisa on-line, grupos de discussão realizados com grupos de interessados, e entrevistas individuais. Como intérpretes estão produzindo a linguagem no contexto ensino/aprendizagem? Resultados: Os resultados revelam que os intérpretes desempenham um papel fundamental na construção de significado em sala de aula, e que as suas estratégias de interpretação podem servir para envolver professores e alunos ou distanciar os alunos dos professores. Os resultados também revelam que os estudantes estão cada vez mais conscientes dos pontos fortes e fracos do intérprete, e se questionados, dizem que gostariam de ter desde o início na escola a contratação dos intérpretes. Os resultados também mostram que os administradores e professores lutam para compreender a natureza da educação mediada, e que é um caminho para que os distritos escolares adaptem-se para oferecer uma educação verdadeiramente inclusiva para alunos surdos. Finalmente, os pais expressaram preocupação sobre o quão pouco se sabe realmente sobre as maneiras pelas quais a interpretação impacta a educação dos seus filhos. Conclusões: Os resultados desafiam os sistemas de ensino para examinar a qualidade do acesso à educação fornecida pelos intérpretes, bem como abordar a comunicação e os desafios sociais que impedem as crianças surdas de serem participantes de pleno direito no cenário educacional.
COMUNICAÇÃO ORAL IN: 21st International Congress on the Education Of the Deaf. In: Abstract Book ICED2010. Partners inEducation. Vancouver – Canadá. 18 a 22 de julho de 2010.
EIXO TEMÁTICO: Pesquisas sobre intérpretes de língua de sinais e aprendizagem mediada
0 comentários


A qualidade de intérpretes de língua de sinais nos Países Baixos

Rick van Dijk4, 2, 3 Daan Hermans1

1. Royal Dutch Kentalis, Sint-Michielsgestel, Netherlands; 2. Institute for Sign, Language & Deaf Studies, University of Applied Sciences , Utrecht, Netherlands; 3. Helmholtz Institute, Department of Experimental Psychology, Utrecht University, Utrecht, Netherlands; 4. Research Center for Education, University of Applied Sciences , Utrecht, Netherlands

Em 1996, a comunidade surda holandesa manifestou a sua preocupação quanto à qualidade dos intérpretes de língua holandesa de sinal. Isto levou à fundação do Instituto de Estudos Surdos e Língua de Sinais em Utrecht, na Holanda. Em 2004, iniciamos um projeto de pesquisa sobre a eficácia dos intérpretes de língua de sinais. Quarenta intérpretes de língua de sinais participaram do estudo. Vinte e cinco intérpretes eram experientes e quinze intérpretes estavam no nível de terminar seu bacharelado (alunos do 4 º ano). Os participantes foram instruídos a interpretar seis contos (cerca de 8-12 minutos) (1) holandês falado e em Língua de sinais dos Países Baixos (SLN), (2) falar em holandês e em um registro com base em Holandês (SSD), e (3), Língua de Sinais e holandês falado. As histórias interpretadas foram gravadas e posteriormente analisadas de duas formas: (1) a precisão proposicional e (2) uma avaliação (subjetiva) de qualidade. Os resultados mostram uma forte assimetria na direção da tradução: a qualidade das histórias interpretadas a partir SLN para holandês foi consideravelmente menor em comparação com a qualidade das histórias interpretadas de holandeses SLN ou SSD de ambas as medidas de qualidade. Este achado corrobora a recente descoberta de Nicodemos (2008) sobre a preferência de tradução de intérpretes de língua gestual. Várias possíveis explicações sobre esse achado podem ser discutidas. A segunda descoberta neste estudo foi que a qualidade das histórias interpretadas por intérpretes estudante que estavam à próximos da formatura de graduação foi muito inferior à qualidade das histórias interpretadas por intérpretes experientes. As
implicações deste achado em relação à formação de intérpretes de estudante serão discutida em outros trabalhos.

COMUNICAÇÃO ORAL IN: 21st International Congress on the Education Of the Deaf. In: Abstract Book ICED2010. Partners inEducation. Vancouver – Canadá. 18 a 22 de julho de 2010.

EIXO TEMÁTICO: Pesquisas sobre intérpretes de língua de sinais e aprendizagem mediada
0 comentários

Escassez de Intérpretes da Língua de Sinais na Califórnia: Percepções das partes interessadas

Joe R. McLaughlin
Alliant da Universidade Internacional, Surrey, BC, Canadá

O objetivo deste estudo foi analisar as semelhanças e as diferenças de percepções entre os intérpretes da agência, intérpretes freelance, professores em programas de formação de intérprete, e membros da comunidade surda em relação à falta de intérpretes de língua gestual, na Califórnia. Este estudo foi desenvolvido em duas fases, foi realizado no modelo de quanti-quali, também conhecido como método o desenho de motivos mistos. Na primeira fase, a pesquisadora coletou dados quantitativos inquérito anónimo online a partir de três grupos de atores (intérpretes N = 124), agência, intérpretes free-lance, e professores de intérprete de programas de formadores para abordar as questões de investigação. Na segunda fase, os dados qualitativos da entrevista foram coletadas a partir de uma pequena amostra intencional (N = 12) selecionados a partir dos mesmos grupos de interessados e membros da comunidade surda, na Califórnia. Devido ao pequeno número de entrevistados, Fishers Exact Test foi empregado quando apropriado, a explorar as relações entre características selecionadas dos participantes e suas percepções. Resultados da análise: Da entrevista qualitativa e os dados do questionário foram comparados para identificar temas comuns. Resultados da análise de dados qualitativos foram úteis para ampliar e fortalecer os resultados gerados pelos dados quantitativos. Os resultados do questionário revelaram perspectivas valiosas das partes interessadas sobre as possíveis razões para a escassez de intérpretes no estado da Califórnia. Este estudo encontrou que para a grande maioria dos inquiridos (71%), falta de benefícios de saúde, a expansão dramática de Video Relay e Remote video de interpretação (VRS) e a falta de orientação foram os principais fatores que contribuem para a atual carência de intérpretes de língua de sinais, na Califórnia. As partes interessadas acrescentaram onze categorias de temas que tem influenciado a escassez de intérprete de língua de sinais. Análise dos resultados identificou as necessidades atuais e futuras dos intérpretes de língua de sinais e dos consumidores de serviços de interpretação. A comunidade surda pediu a criação de uma força-tarefa estadual para atender às necessidades atuais e futuras. O recrutamento é essencial para incentivar o crescimento da profissão, e expansão de programas de formação de intérprete irá proporcionar maior acessibilidade à comunidade surda.
COMUNICAÇÃO ORAL IN: 21st International Congress on the Education Of the Deaf. In: Abstract Book ICED2010. Partners inEducation. Vancouver – Canadá. 18 a 22 de julho de 2010.
EIXO TEMÁTICO: Pesquisas sobre intérpretes de língua de sinais e aprendizagem mediada
0 comentários
CONFERENCIA INTERNACIONAL DE INTÉRPRETES EN LENGUA DE SEÑAS – PANAMÁ

Desde el 16 al 20 de abril del presente año 2012 se celebrará ” La Conferencia Internacional de Intérpretes en Lenguas de Señas en Panamá.Nuestra Asociación Nacional de Intérpretes e Instructores de Lengua de Señas Chilena” ACHIELS ” participará en esta Conferencia Internacional, todos los Intérpretes se encuentran cordialmente invitados a este evento en la región de centro américa, que se realizará del siguiente modo:Fecha: 16 al 20 de abril del 2012

Lugar: Centro de la Capacitación de la Procuraduria de la Administración C.E.C.P.A- PanamáVea el vídeo en Sistema Internacional de Signos:http://www.youtube.com/watch?v=ClnbEM03vOQ&feature=share
domingo, 4 de março de 2012 0 comentários

Instituto Singularidades
CURSO
Intérprete Educacional – LIBRAS (Tradução/Interpretação de Libras: Intérprete Educacional)
Com as políticas educacionais inclusivas instauradas na última década e a inclusão de alunos surdos no sistema regular de ensino um novo campo de atuação profissional se inaugura: a mediação pedagógica por meio da atuação do tradutor/intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais)/Português. Esta atuação requer formação específica que contemple aspectos linguísticos, políticos, educacionais e tradutórios. Nesse sentido, este curso de extensão tem por objetivo propiciar aos participantes formação para atuar como Intérprete de Libras na esfera educacional.
Disciplinas:
Políticas Educacionais de Inclusão - Educação Especial x Educação Inclusiva;- Legislação, Diretrizes e Orientações do Ministério da Educação; - Projetos de Educação Bilíngue;
- Esfera escolar e atuação do Intérprete Educacional - ética- Relações interinstitucionais- Relação Professor - Intérprete - Aluno Surdo- Interpretação Simultânea e ConsecutivaPráticas Interpretativas I- Educação Infantil e Ensino Fundamental I e II- Aspectos linguísticos, tradutórios e pedagógicos da interpretação- Práticas Interpretativas II- Ensino Médio, Graduação e Pós-Graduação - Aspectos linguísticos, tradutórios e pedagógicos da interpretação
2º Semestre/2012
- Módulo II
Aspectos biopsicossociais da surdez - Anatomia e fisiologia da audição- Patologia da surdez- Surdez, sociedade e escola - Concepção médica-patológica da surdez- Concepção sócio-antropológica da surdez- Aquisição da linguagem e surdez- Desenvolvimento da linguagem escrita do surdo Práticas Interpretativas III- Aspecto enunciativo-discursivo da tradução/interpretação - Aspectos linguísticos da Libras- Aspectos linguísticos do Português- Verbo-visualidade no processo interpretativo- Exercícios de interpretação – Libras – Português (versão voz) Práticas Interpretativas IV - Aspectos enunciativo-discursivo da tradução/interpretação - Verbo-visualidade no processo interpretativo- Exercícios de interpretação – Português – Libras- Estágio de observação - Observação de interpretação da libras em sala de aula
TOTAL DE HORAS 130
Público-alvo: Intérpretes, Pedagogos e profissionais de áreas afins com conhecimento intermediário em Libras.
Obs.: A inscrição será efetuada mediante a aprovação em entrevista que visa avaliar a competência linguística em Libras.
Corpo Docente:
Prof. Ms. Marcus Vinícius Batista Nascimento
Profa. Ms. Neiva de Aquino AlbresLattes:
Profa. Esp. Vania de Aquino Albres Santiago
Prof. Esp. Tiago Codogno Bezerra Lattes:
Horário disponívelQuinzenalmente, aos sábados, das 8h30 às 17h30. Inicio: 17/ março/2012
Informações com Tânia Fukelmann Landau (Coordenadora Pedagógica)Telefone: 3031-8854tania@singularidades.com.br ou singularidades@singularidades.com.br
0 comentários

O Evento

O III Congresso Nacional de Pesquisas em Tradução e Interpretação de Libras e Língua
Portuguesa estará reunindo pesquisadores convidados de outros países e
pesquisadores brasileiros para discutir sobre as pesquisas que envolvem a
tradução e interpretação de língua de sinais de e para língua
portuguesa.
O tema central deste Congresso foca nas questões relativas à ética. A ética
perpassa as atividades de tradução e interpretação, pois o texto que resulta
destas práticas pode tem desdobramentos de ordem científica, política e social.
As questões relativas às normas Surdas de tradução que estão os não presentes
nos textos traduzidos refletem aspectos éticos da relação com os envolvidos nas
atividades de tradução de e para a língua de sinais. As relações entre os
tradutores e intérpretes com os envolvidos no ato comunicativo nas língua de
sinais e português são determinadas por questões éticas. Assim, este evento
dedicar-se-á a discutir aspectos éticos mais amplos e mais específicos da
tradução e interpretação de e para Libras e o português.
O congresso também objetiva afirmar as pesquisas em tradução e interpretação da
Libras no campo dos Estudos de Tradução e Interpretação.
Este congresso tem como público alvo intérpretes e tradutores de língua de sinais,
surdos e demais profissionais interessados no tema.
 
;